quarta-feira, dezembro 22, 2010

Turistas devem redobrar atenção na hora de alugar um imóvel nas férias


Quem pretende alugar um imóvel por temporada, no final do ano, deve ter a atenção redobrada na hora de fechar um negócio.
A dica é recorrer a um corretor de confiança, com quem já tenha negociado ou que seja indicado por conhecido, aponta o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
De acordo com o diretor de Locação Residencial da entidade, Hilton Pecorari Baptista, os consumidores podem pesquisar sobre corretores e imobiliárias no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).
Pagamento
Baptista alerta para que as duas partes envolvidas no negócio – proprietário e locatário – combinem a forma de pagamento do aluguel de temporada. Normalmente, metade do valor normalmente é pago no ato da contratação e a metade restante, na entrega das chaves.
“Costuma-se prever uma multa contratual no caso de desistência de uma das partes”, diz. Ele recomenda ainda atenção ao preço. “Desconfie quando for muito inferior à média de mercado, porque isso pode ser sinal de que o imóvel possui algum problema”, comenta.
Para não haver nenhum mal entendido, a dica do Secovi-SP é visitar o imóvel com antecedência, a fim de avaliar o seu estado atual. Caso contrário, o consumidor deve, no mínimo, solicitar fotos do local.
“Ainda assim, não se deixe enganar. Fotos às vezes antigas podem mostrar um imóvel que não existe mais”, diz Pecorari Baptista. Para tirar a conclusão, os consumidores podem procurar imagens da casa ou apartamento na internet, utilizando programas específicos para isso, como o Google Street View.
Contrato
Outro ponto importante citado pelo Secovi-SP diz respeito à elaboração de um contrato. “O único meio de evitar mal entendidos é documentar a transação, afinal, o que está bem escrito não dá margem a dúvidas”, afirma o diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP, Jaques Bushatsky.
“Nesse contrato devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor a ser pago, a forma de pagamento, eventuais multas para os casos de atraso ou depredação e até mesmo o número de pessoas que ficarão no imóvel”, completa Baptista.
O contrato também deve trazer o número de utensílios (copos, talheres, pratos, panelas, etc.) e a listagem de eletrodomésticos e eletrônicos à disposição do locatário.
Assim que chegar ao imóvel alugado, o consumidor deve checar na entrada se tudo está em conformidade com o especificado no contrato. No caso de haver algum dano, recomenda-se anotar para informar o locador na devolução das chaves, livrando-se de pagar indenização pelo dano.
Jaques Bushatsky lembra ainda que o documento deve apontar quem ficará responsável pelo pagamento das contas no período de locação, como a de telefone.

terça-feira, dezembro 21, 2010

Caixa lança cartão para substituir fiador nos contratos de locação residencial

A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira o Cartão Aluguel, uma alternativa na locação de imóveis residenciais ao fiador, ao depósito caução e ao seguro-fiança.
O projeto piloto começa nesta semana em quatro imobiliárias de Goiás e de São Paulo. A previsão é chegar a todo o Brasil em fevereiro.

O inquilino que optar pelo produto vai receber um cartão de crédito para quitar o aluguel todos os meses. Se atrasar o pagamento, não haverá transtornos para o proprietário da moradia já que o valor será repassado pelo banco e depois cobrado com juros ao locatário.

O cartão será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa e o cliente terá dois limites, sendo um exclusivamente para o aluguel e, o outro, do rotativo, para o pagamento de compras em estabelecimentos comerciais. O produto será comercializado exclusivamente nas imobiliárias credenciadas pela Caixa e também nas redes de agências do banco em todo o país.
A instituição financeira inicia nesta semana o cadastramento das imobiliárias que receberão o cartão aluguel.

EM EXPANSÃO
O seguro-fiança vem ganhando espaço no mercado de locação, mas ainda esbarra no valor alto. A despesa extra em um ano pode ultrapassar o valor do aluguel de um mês, dependendo da cobertura contratada, que pode englobar também danos ao imóvel e pintura. Há inquilinos que não conseguem encontrar um fiador e locadores que não consideram o depósito caução vantajoso porque cobre apenas três meses de atraso no pagamento do aluguel.

O mercado de locação residencial segue aquecido. Na capital paulista, os contratos novos assinados em novembro tiveram aumento médio de 1,6% em relação aos valores negociados em outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, o acréscimo atinge 12,9%, segundo os dados do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgados nesta segunda-feira. 

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Saiba a que ficar atento na hora de alugar um imóvel para as férias, de acordo com o Secovi-SP


Alugar uma casa para as férias não é muito diferente de alugar um imóvel para moradia permanente. Mesmo sendo por um curto período de tempo, é importante firmar o compromisso em contrato e inspecionar o imóvel na entrada e na saída. Mas o locatário não deve se assustar caso lhe peçam um cheque-caução para cobrir possíveis danos, uma vez que esses imóveis geralmente vêm mobiliados e com aparelhos eletrônicos. Veja a seguir as dicas do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) para a locação de um imóvel de temporada:

Escolha um corretor de confiança: tanto proprietários quanto locatários devem recorrer a um corretor com quem já tenham negociado antes ou que tenha sido indicado por conhecidos. Seja como for, é importante checar se os corretores e imobiliárias possuem número de registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci).

Forma de pagamento: é acordada livremente entre as partes. Normalmente, metade do valor do aluguel é pago no ato da contratação e a outra metade na entrega das chaves. Em caso de desistência de qualquer uma das partes deve estar prevista uma multa no contrato.
Desconfie de preços muito abaixo do valor de mercado: pode ser sinal de que o imóvel tem algum problema.

Visite o imóvel antes de alugar: se possível, faça uma visita para conhecer o estado real do imóvel, inclusive de móveis e utensílios. Se a unidade estiver situada em um condomínio, verifique se os inquilinos podem usar as áreas comuns, como piscinas, quadras e churrasqueiras. Às vezes, apenas os condôminos podem usufruí-las.

Analise fotos recentes: se não for possível fazer a visita, o interessado deve solicitar fotos recentes do imóvel ao corretor. Muitas vezes, as imagens estão disponíveis no site da imobiliária, mas cuidado para não serem muito defasadas. Fotos antigas podem, até mesmo, mostrar um imóvel que não existe mais. É interessante dar pelo menos uma olhada na fachada e arredores pelo Google Street View, se esse serviço estiver disponível na cidade de destino.

Contrato é imprescindível: mesmo sendo uma locação para um período curto, é importante elaborar um contrato, onde devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor a ser pago, a forma de pagamento, eventuais multas no caso de atraso, depredação ou desistência de uma das partes, o número de pessoas que vão se hospedar e a descrição dos utensílios, eletrodomésticos e eletrônicos à disposição do locatário. O documento deve ainda especificar quem ficará responsável pelo pagamento das contas durante o período de locação.

Avalie o imóvel na entrada: ao chegar ao imóvel, o locatário deve fazer uma inspeção para verificar se tudo está de acordo com o designado no contrato. Caso haja algum dano, como um vidro quebrado ou eletrodoméstico que não funciona, o fato deve ser anotado e informado ao locador na devolução das chaves, para que o locatário não tenha que pagar indenização.

Cheque-caução: é praxe o proprietário solicitar ao inquilino um cheque-caução para servir de garantia de bens como mobílias, eletrodomésticos e eletrônicos. Esse cheque deve ser devolvido ao locatário na saída, ao se observar que o imóvel está em ordem.

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Governo paulista lança fundo para habitação


O governo de São Paulo lança hoje na capital as bases do chamado "BNDES da Habitação" que promete reduzir o déficit habitacional do Estado, calculado em 1,1 milhão de unidades. Um dos principais instrumentos é a implementação do Fundo Garantidor Habitacional (FGH), cujo objetivo será atrair o interesse da iniciativa privada na construção e financiamento de imóveis populares.
O conselho gestor do fundo será instalado amanhã e contará com oito representantes públicos e privados, como os sindicatos Sinduscon-SP (da construção) e Secovi (do mercado imobiliário), afirma o secretário de Estado de Habitação, Lair Krähenbühl, diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Além de apresentar a estrutura de funcionamento do fundo garantidor, ele entregará aos membros do conselho a minuta de regulamentação do FGH.
Segundo o secretário, o fundo dará garantias de crédito e poderá servir como avalista dos mutuários nos empréstimos imobiliários. Na avaliação de Krähenbühl, ao garantir os empréstimos, o Estado vai estimular a participação das empreiteiras na produção de novas residências e dos bancos, nos financiamentos para baixa renda. "Hoje esses dois agentes não entram no mercado por causa da inadimplência. O fundo elimina esse risco e ajuda a reduzir as taxas de juros nos financiamentos.
O secretário destaca que, para cada R$ 1 do fundo, será possível alavancar os recursos em R$ 4. O FGH será formado com dinheiro do orçamento do Estado e poderá conter recursos de outros fundos, como FGTS, e poupança. Isso só foi possível com a Lei 12 801, de janeiro de 2008. Além do FGH, o programa conta também com o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social, que vai organizar a distribuição dos subsídios à população de baixa renda. Como o fundo garantidor, ele também poderá buscar recursos de outras fontes.
O vice-presidente de habitação popular do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Carlos Molina, que será um dos suplentes do Conselho Gestor do Fundo Garantidor Habitacional, o instrumento será uma alavanca de investimento no Estado, já que vai garantir possíveis perdas decorrentes da inadimplência. Segundo ele, outros países, como Estados Unidos e México, já usam mecanismos semelhantes, que funcionam muito bem. No Brasil, São Paulo será o primeiro Estado a adotar o instrumento.
Segundo estudo do Sinduscon, elaborado pela FGV, em todo o País, o déficit habitacional é de 23 milhões de unidades. Para resolver o problema, seria necessário investir R$ 3 trilhões até 2022.

terça-feira, dezembro 14, 2010

RMC tem sete cidades entre as mais ricas do País

IBGE mostra que a produção de riqueza na Região Metropolitana de Campinas (RMC) cresceu 115% em 2008

A produção de riquezas na Região Metropolitana de Campinas (RMC) cresceu 11,5% em 2008 na comparação com 2007, e chegou a R$ 77,7 bilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou sexta-feira o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros. Cada morador da região gerou R$ 29,7 mil, quase o dobro (87%) da média brasileira, que foi de R$ 15,8 mil por habitante naquele ano. Sete cidades da região estão entre os cem maiores PIBs do Brasil.
Campinas aparece no 13º lugar no ranking nacional e subiu quatro pontos em relação à posição que ocupava em 2004; Sumaré também melhorou sua atuação, saindo do 76º lugar em 2004 para o 62º em 2008. Paulínia perdeu posição caindo da 21º para a 63º , enquanto Americana ganhou um ponto saindo do 80º para o 79º lugar. Indaiatuba caiu do 85º para 96 º lugar. Hortolândia e Vinhedo, que não apareciam entre os cem maiores PIBs do país em 2004, ocupam agora a 94º e 99º posição, respectivamente.
O setor de serviços é o maior produtor de riquezas na região, segundo a pesquisa IBGE, com R$ 38,2 bilhões em valor adicionado, seguido da indústria com R$ 23,2 bilhões. Campinas (14º), Paulínia (65º), Americana (77º Hortolândia (78º) e Sumaré (89º) estão entre os cem municípios que mais adicionaram valor no setor de serviços no País. Na indústria, Campinas ocupa a 14º posição, Paulínia a 57º, Americana a 65º , Indaiatuba a 78º e Vinhedo a 99º.
Os serviços representam 49% do PIB regional. Para o pesquisador do Núcleo de Economia Social, Urbana e Regional (Nesur) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ulysses Semeghini, o crescimento desse setor é uma tendência mundial e tem como base, especialmente, a terceirização. “Antes as indústrias faziam tudo. Suas faxineiras, seu pessoal de segurança, de cozinha eram serviços próprios, que entravam como atividade da indústria. Agora esses serviços foram terceirizados e o setor cresceu muito”, disse. Puxa também o peso para o setor de serviços a área de saúde, que é forte na região.

(Fonte: Cosmo On Line)

sexta-feira, dezembro 10, 2010

MERCADO DE LOCAÇÃO EM CAMPINAS DEVE AUMENTAR 20% NOS PRÓXIMOS TRÊS MESES

Com a aproximação do final de temporada de vestibulares, jovens de todo o Brasil que devem se mudar para Campinas vão começar a enfrentar uma nova maratona neste final de 2010 e início de 2011, com a procura por imóveis de aluguel. Segundo Ronaldo Lopes, gerente de locação da Provectum Imóveis, a demanda aquecida nos próximos dois meses é comum e chega a ser 20% superior em comparação ao restante do ano. Mesmo assim, as ofertas são suficientes, pois, segundo ele, este é um período de rotatividade no mercado de locações. “Nessa época, há um movimento de vinda e outro de retorno, quando muitos estudantes universitários concluem os cursos e desocupam os imóveis”, explica.
A expectativa, de acordo com Lopes, é de que até março de 2011 a procura por imóveis por parte de universitários cresça em determinados bairros, como Mansões Santo Antônio, Cambuí, Guanabara e Centro (em menor proporção), bairros localizados em áreas de fácil acesso para as instituições de ensino superior. As kitnetes e repúblicas em Barão Geraldo também são itens muito procurados pelos estudantes.
De acordo com Lopes, neste época algumas dicas são essenciais para que o jovem e suas famílias façam um bom negócio. “Verificar se o prédio e o apartamento estão em boas condições de conservação, constatar, por exemplo, se o elevador funciona adequadamente e se a localização do imóvel possui serviços, tais como: supermercados, transportes, farmácias próximas. Também é importante prestar atenção se o prédio dispõe de portaria e está situado em rua que ofereça reduzido grau de barulho e assaltos,” alerta.
Apesar da oferta do mercado de locações abranger diversos tipos de imóveis, são os apartamentos de um dormitório, em torno de R$ 650,00 a R$ 800,00, que encabeçam a lista dos mais procurados pelos estudantes neste período. “Mas os apartamentos de dois dormitórios, sem garagem, e de fácil acesso às universidades, também são alternativas para este público”, completa Lopes, ressaltando que, como o mercado não oferece novos empreendimentos com um dormitório, os jovens estão se unindo para locar apartamentos com dois e três quartos.
Lopes destaca, ainda, que nesta próxima temporada de dezembro a fevereiro de 2011, a disponibilidade de novos prédios com apartamentos de 2 dormitórios irá proporcionar uma melhoria na oferta neste segmento.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Financiamentos de imóvel com recurso da poupança crescem 69% neste ano


O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 69% de janeiro a outubro, frente ao mesmo período do ano passado, para R$ 44,9 bilhões. Desde agosto, o montante acumulado em 2010 já supera a totalidade de empréstimos do ano de 2009.
De acordo com dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), considerando apenas outubro, na comparação com o décimo mês de 2009, foi registrado crescimento de 62% do valor contratado, uma vez que, no mês retrasado, o volume foi de R$ 5,47 bilhões.
Unidades financiadas
Nos dez primeiros meses do ano, 342,4 mil imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 44% superior ao registrado no mesmo período de 2009.
Somente em outubro, foram 38,1 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança, 31% acima dos números do mesmo período de 2009.
Em relação ao resultado da poupança no décimo mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 2,17 bilhões, com o saldo atingindo R$ 288,7 bilhões.

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Aluguel com aniversário em dezembro e reajuste pelo IGP-M aumentará 10,27%


Os aluguéis residenciais em andamento com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário no mês de dezembro serão reajustados em 10,27%. Essa é a variação acumulada do indicador nos últimos 12 meses (dezembro de 2009 a novembro de 2010), após a divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), do IGP-M de novembro, que registrou alta de 1,45% no mês.
“Com esses 10,27% de aumento, um inquilino que tinha, em dezembro de 2009, um aluguel de R$ 1.000,00 atrelado ao IGP-M, pagará a partir de dezembro R$ 1.102,70”, diz Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até novembro, indicará o novo aluguel. Esse fator é de 1,1027 para os contratos que aniversariam em dezembro. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 800,00, o novo valor será de 800,00 x 1,1027 ou R$ 882,16.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Mantega anuncia prorrogação de desonerações para construção


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a prorrogação por mais um ano da desoneração de IPI para produtos da construção civil. "Os produtos que já estão desonerados continuarão por mais um ano", disse, explicando que o governo vai renovar também o sistema vigente para a cobrança do PIS/Cofins para o setor. Segundo o ministro, o governo prepara as medidas e a renovação da desoneração entra em vigor em 1º de janeiro, com a posse da presidente eleita Dilma Rousseff. O anúncio foi feito durante almoço fechado para empresários do setor da construção civil, no Congresso Brasileiro do setor, na sede da Fiesp, em São Paulo.
O ministro disse que estudará também outras medidas propostas pelos empresários referentes à cobrança do IPI e da Cofins, além da extensão do benefício a outros setores. Sem dar mais detalhes, o ministro disse que, para isso, terá uma nova reunião de trabalho com empresários. "E vamos continuar viabilizando mais crédito porque (a construção) é um setor que precisa de muito crédito", disse, ao anunciar a prorrogação. "E vamos continuar com as desonerações - isso é uma palavra chave aqui no encontro", emendou, sendo aplaudido pelos empresários presentes.
Lembrando que tinha sido confirmado para continuar à frente da Fazenda, o ministro disse que o "governo vai continuar promovendo política de estímulo ao setor da construção". "Esse é um compromisso que estou firmando", disse, lembrando que o setor tem grandes perspectivas. Como exemplo, citou a segunda fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e do PAC 1 e 2.
Mantega disse que o setor é um "dos principais motores do desenvolvimento econômico brasileiro" e crescerá 13% em 2010. "Será o melhor ano das últimas décadas", afirmou, acrescentando que o setor é o maior gerador de empregos formais no País. "O governo Dilma vai continuar estimulando o desenvolvimento econômico no País", disse Mantega, frisando que será um "desenvolvimento sustentável" que não gere desequilíbrios - nem fiscal nem com a volta da inflação. O ministro disse, que passada a superação do impacto da crise internacional, este é o momento de reduzir os gastos do governo. "Vamos fazer um programa de redução de gastos de custeio", disse, explicando que já recebeu autorização de Dilma.
"Nós estamos juntos. Contem comigo. Sou parceiro de vocês. No próximo mandato, garanto que a indústria vai continuar tendo esses excelentes resultados que tem hoje", disse, finalizando o discurso de pouco mais de 16 minutos para os empresários da construção civil