terça-feira, janeiro 31, 2012

Pintura: planejamento pode evitar gastos extras e garantir qualidade do serviço


Fonte: Info Money
SÃO PAULO - Mudar a pintura da casa pode trazer outros ares para o imóvel, porém, sem planejamento, a reforma pode trazer gastos extras.

No orçamento de uma obra, a etapa de pintura, considerando custo de material e mão de obra gira em torno de 8%, em média, dependendo do tipo da construção. De acordo com a Sitivesp (Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo), um trabalho mal planejado, sem os produtos corretos para cada tipo de aplicação, ou mão de obra desqualificada pode elevar bastante os custos, além de causar insatisfação com o resultado final. Veja abaixo alguns cuidados com a pintura imobiliária:



Escolha da tinta
Segundo o diretor do Sitivesp, Douver Gomes Martinho, hoje, é possível saber detalhes importantes sobre as tintas. “Hoje é possível saber qual o tipo de tinta que está sendo adquirido, pois existe uma classificação regulamentada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que determina rendimento, resistência e cobertura, e as tintas são classificadas pelos tipos Econômica, Standard e Premium”, explica.

De acordo com Martinho, fazer a compra do produto certo é outra forma de economizar. Ele comenta que o consumidor tem à disposição diversos produtos específicos, para necessidades diferenciadas, a exemplo das tintas sem cheiro ou perfumadas, com maior resistência à umidade e maresia, com efeito imantado, de secagem rápida, para ambientes internos e externos, à base de água ou solvente, entre outros, além das texturas que oferecem os mais diversos acabamentos. Por isso, é importante que o consumidor pesquise as opções, suas diferenças e características, para que a escolha seja a mais adequada às suas necessidades.

Profissional
Outra importante decisão que o consumidor precisa tomar durante a obra é a escolha do profissional que fará a pintura do imóvel. De acordo com o Sitivesp, o uso de mão de obra especializada é outro aspecto decisivo para quem deseja economizar no processo de pintura e não ter prejuízo ou um custo acima do previsto, conforme o erro a ser consertado.

Segundo o sindicato, o profissional treinado e preparado está habilitado para preparar a superfície de forma adequada, bem como utilizar o produto da maneira correta para alcançar o resultado esperado. Isso evitará retrabalhos, manutenções periódicas e problemas como manchamento ou desbotamento precoce, craquelamento, descascamento e perda de brilho, entre outros.

Martinho ainda fala sobre a importância da programação e acompanhamento da obra. “Quando estamos em contato direto com a equipe de pintura, conseguimos resolver imprevistos que possam ocorrer em relação a prazo de entrega, entre outros, minimizar erros e ter um preço mais enxuto em cada etapa”, finaliza.

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Crédito imobiliário deve representar 10% do PIB em até 4 anos

Fonte: Info Money

SÃO PAULO – O crédito imobiliário continuará se expandindo e sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) do País deve dobrar nos próximos anos, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“O País entrou em um movimento de crescimento contínuo, com taxas de juros consistentes, e isso fez com que o crédito imobiliário pudesse crescer. Atualmente nós temos o cenário adequado para que o crédito imobiliário possa atingir cerca de 10% do PIB nos próximos 3 ou 4 anos”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

Atualmente, o crédito imobiliário representa 4,7% do PIB nacional, o que, segundo o executivo, é um número baixo. “Isso é muito pequeno em relação a países da própria América do Sul, como o Chile, em que o crédito imobiliário significa 16% do PIB”, diz.

Expectativas de crescimento

O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve crescer em 2012, embora em um rítmo menor do que no ano passado. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse de Lazari Junior.

Em 2011, o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Desemprego baixo impulsiona crédito imobiliário em 2012


Fonte: REUTERS
SÃO PAULO - O crédito imobiliário no país deve crescer 30 por cento em 2012, alcançando recorde de 103,9 bilhões de reais, impulsionado por desemprego baixo e alta na renda, informou nesta quinta-feira a entidade que representa o setor, Abecip.

O valor considera apenas recursos da caderneta de poupança e exclui o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

"O cenário é muito favorável para crescimento do crédito imobiliário, não só em 2012", disse o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Jr., se referindo ao aumento da massa salarial e à manutenção do baixo nível de desemprego.

Nesta quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego do país em dezembro caiu a 4,7 por cento em dezembro ante 5,2 por cento em novembro, o menor nível desde o início da série, em 2002 .

Em 2011, o financiamento imobiliário somou 79,9 bilhões de reais, crescimento de 42 por cento sobre o ano anterior, mas resultado abaixo do esperado pela Abecip, que esperava 85 bilhões de reais.

 

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Provectum chega à região do Shopping Iguatemi


Em dezembro, a Provectum Imóveis chegou à região do Shopping Iguatemi Campinas com a inauguração da segunda franquia da marca. A nova unidade, voltada para vendas de imóveis usados, está instalada na Avenida José Bonifácio, nº 1.636 no Bairro Paineiras, e é denominada LARR Consultoria Imobiliária, que conta com uma equipe de 16 profissionais liderados pelo gerente Paulo Domingues.



quarta-feira, janeiro 25, 2012

Como tudo começou...


Há 25 anos iniciávamos as atividades no ramo imobiliário de Campinas inaugurando nossa primeira unidade na Rua Padre Almeida, no Cambuí. Lembro-me muito bem das dificuldades enfrentadas ao iniciar um trabalho novo em meio a grandes empresas que já atuavam naquela época no setor. Mas acreditávamos em nosso sonho e, graças ao espírito empreendedor, fomos crescendo aos poucos abrindo novas unidades e, dessa forma, aumentando a nossa cobertura na região.

Hoje, com nove unidades, posso dizer com muito orgulho que a Provectum Imóveis tem motivos de sobra para comemorar o seu Jubileu de Prata consolidada como a maior empresa do ramo imobiliário da região de Campinas. Nesses 25 anos fizemos questão de manter nossos princípios de honestidade, transparência e agilidade em nossos serviços.

 Princípios estes que, conseguimos manter desde o início, graças a uma equipe de profissionais de altíssima qualidade sempre empenhada e envolvida com os projetos de crescimento da empresa. Por isso, só tenho a agradecer a todos, funcionários e corretores, pelo nosso sucesso. Sem vocês não teríamos chegado até aqui, e com projetos para crescer ainda mais, sempre!

 Luís Bueno

terça-feira, janeiro 24, 2012

Aluguel no litoral paulista fica até 137,50% mais caro no Carnaval deste ano


Fonte: Info Money

SÃO PAULO – Quem quer aproveitar o Carnaval para alugar um imóvel no litoral paulista deve ficar atento, porque, dependendo do tipo, os preços estão mais caros do que os registrados no Carnaval de 2011.

Segundo levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (23), 10 dos 28 tipos de imóveis pesquisados registraram altas nos preços em relação ano Carnaval do ano passado.

A pesquisa mostra que o aumento na diária chegou a 137,50%, que é o caso das casas de um dormitório no Litoral Norte. Esse tipo de imóvel era alugado por R$ 133,33 no Carnaval de 2011 e agora custa R$ 316,67.

A segunda maior alta da temporada foi registrada nas casas de um dormitório do Litoral Sul, com aumento de 71,05%, passando de R$ 190 para R$ 325.

Preços em destaque

Mas nem todos os imóveis ficaram com aluguel mais caro neste Carnaval. Os valores das casas com quatro dormitórios no litoral Norte são os mais altos da temporada, ultrapassando a faixa de R$ 1 mil. Apesar disso, o aluguel desses imóveis teve redução de 7,37%, passando de R$ 1.140 em 2011 para R$ 1.056 em 2012.

Nas casas de três dormitórios no Litoral Central, o valor médio da locação teve a maior queda da temporada, de 40,78%, passando de R$ R$ 959,09 em 2010 para R$ 568. Já as diárias dos apartamentos de quatro dormitórios caíram 37,78%, saindo de R$ 1.466,67 para R$ 912,50.

"O encarecimento do Litoral Sul era esperado e certamente vai continuar, por causa dos investimentos feitos na melhoria da infraestrutura urbana das cidades, da decisão de incorporadores e construtoras lançarem novos empreendimentos e da busca pelas famílias de alternativas às praias saturadas da Baixada Santista e do Litoral Norte", afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Cresce total de pessoas que alugam imóveis na RMC

Fonte: Jornal Todo Dia
O nú­me­ro de do­mi­cí­li­os alu­ga­dos na RMC (Re­gião Me­tro­po­li­ta­na de Cam­pi­nas) au­men­tou 63% en­tre 2000 e 2010. Os da­dos co­le­ta­dos pelo IBGE du­ran­te os dois úl­ti­mos cen­sos de­mo­grá­fi­cos in­di­cam um sal­to de 120.617 para 196.649 nos es­pa­ço de 10 anos. Para gru­pos fa­mi­li­a­res com ga­nho de até 10 sa­lá­ri­os mí­ni­mos as op­ções de fi­nan­ci­a­men­to ain­da são mais di­fí­ceis e dis­pen­di­o­sas que gas­tar com alu­guel. Essa se­ma­na, o To­do­Dia pu­bli­ca a pri­mei­ra de uma sé­rie de qua­tro re­por­ta­gens es­pe­ciais so­bre o de­sen­vol­vi­men­to imo­bi­li­á­rio na úl­ti­ma dé­ca­da na RMC. 

Os imó­veis alu­ga­dos re­pre­sen­tam 22,55% do to­tal, mas a par­ti­ci­pa­ção au­men­tou em com­pa­ra­ção ao ano 2000, quan­do re­pre­sen­ta­va 18,29% do nú­me­ro to­tal de ca­sas. O cres­ci­men­to ocor­re em pa­ra­le­lo ao pe­rí­o­do em que as ca­sas pró­pri­as vol­ta­ram cres­cer, mas ao mes­mo tem­po tor­nam-se cada vez mais ca­ras na RMC (leia tex­to abai­xo). 

O eco­no­mis­ta Flá­vio Ra­mos, mem­bro do Ibef (Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Exe­cu­ti­vos de Fi­nan­ças), afir­mou que fa­mí­li­as com mais de cin­co mem­bros não con­se­guem en­con­trar imó­veis com bons pre­ços. “Mui­tas des­sas fa­mí­li­as não en­con­tram imó­veis com mais de dois quar­tos e pelo me­nos 70 me­tros qua­dra­dos, em pre­ços es­tá­veis. Sem fa­lar que o re­a­jus­te do pre­ço do alu­guel é sig­ni­fi­ca­ti­va­men­te me­nor que os ju­ros do fi­nan­ci­a­men­to”, dis­se. 

Ra­mos ex­pli­cou que os fi­nan­ci­a­men­tos não são aces­sí­veis às fa­mí­li­as com ren­da de até 10 sa­lá­ri­os mí­ni­mos. “Nos gru­pos de cin­co a 10 sa­lá­ri­os as ta­xas de ju­ros va­ri­am en­tre 11% e 14%, além de ser exi­gi­do um his­tó­ri­co fi­nan­cei­ro de boa per­for­man­ce”, dis­se. A par­ce­la de en­tra­da dos fi­nan­ci­a­men­tos tam­bém se tor­na um em­pe­ci­lho para as aqui­si­ções.” 

ALU­GUEL 

O tu­ris­mó­lo­go Edu­ar­do Melo, 29, vive com a mu­lher em um apar­ta­men­to alu­ga­do em Cam­pi­nas e con­si­de­ra que a casa pró­pria ain­da seja um “so­nho dis­tan­te”. Melo dis­se que já son­dou uma cons­tru­to­ra so­bre o pre­ço dos apar­ta­men­tos na re­gião cen­tral de Cam­pi­nas, mas não se ani­mou. “Pro­cu­rei por cu­ri­o­si­da­de sa­ber quan­to cus­ta­ria um apar­ta­men­to que está sen­do cons­tru­í­do em um bair­ro pró­xi­mo ao meu apar­ta­men­to, mas está fora de co­gi­ta­ção. O va­lor era R$ 300 mil, mas com os ju­ros vai para R$ 500 mil”, dis­se. Ape­sar do au­men­to de op­ções, Melo afir­mou que a aqui­si­ção não está nos pla­nos.

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Vendas de material de construção sobem 2,9% em 2011


As vendas de materiais de construção no mercado brasileiro tiveram faturamento em 2011 2,9% superior ao resultado apresentado no ano anterior, de acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

Os resultados vieram ligeiramente abaixo das estimativas , que indicavam um crescimento de 3%. No ano passado, as projeções foram gradativamente reduzidas por conta das medidas adotadas pelo governo para contenção da inflação, do menor ritmo de execução do "Programa Minha Casa, Minha Vida", além do crescimento de importações de materiais de construção.

Na comparação mensal, houve baixa de 5,9% nas vendas, e em relação a dezembro de 2010, houve aumento de 7,4%.

De acordo com a associação, as expectativas do setor para os próximos meses apontam para a manutenção da tendência de alta, mas com valores menores que o de dezembro. As expectativas para 2012 são de crescimento de 4,5% em relação a 2011, considerando ritmo previsto para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), projeções para o varejo, além do acréscimo típico de contratações de obras em ano de eleições municipais.

O indicador mensal também apresentou o número de funcionários empregadosna indústria de materiais de construção, que cresceu 4,8% em dezembro na comparação com o mesmo período de 2010. E em relação a novembro de 2011, houve revés de 0,4%.

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Bancos oferecem crédito para obra por 1,9% ao mês


Fonte: FOLHA DE S. PAULO

Quem quer aproveitar a temporada de queima de estoque, mas está com as reservas financeiras em baixa, pode optar pelo financiamento bancário para a compra de material de construção.

A questão é considerar se as despesas com o empréstimo serão compensadas pelos descontos dados pelas lojas.

As linhas de crédito que não exigem garantia oferecem até 60 meses para pagar o dinheiro usado durante seis meses de compras. Os juros vão de 1,89% a 3,94% ao mês, de acordo com o valor e o tempo de quitação.

A linha da Caixa Econômica Federal oferece crédito em grande parte das lojas de material de construção, mas é preciso antes passar em uma agência para a aprovação. O limite mínimo é de R$ 1.000, e a cota máxima, de R$ 180 mil.

No Banco do Brasil, o crédito é contratado diretamente em lojas conveniadas que aceitem Visa. O limite máximo é de R$ 50 mil. No Itaú, o correntista deve ir até a agência para a contratação da linha usada em lojas que aceitem cartões MasterCard.

O cartão do Bradesco só é aceito em lojas credenciadas pela Anamaco (associação de comerciantes de material de construção). As linhas são válidas apenas para correntistas.

Sem pressa e com uma obra maior em vista, há linhas de crédito para reforma na Caixa, no Bradesco e no Santander com juros mais baixos, mas que exigem um imóvel como garantia. Também é necessária documentação, e a aprovação do crédito leva tempo -que pode durar mais que os estoques.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Saiba como utilizar o FGTS para comprar a casa própria


Fonte: Imóvel Web

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pode ser utilizado na compra da casa própria - pronta ou em construção - como parte do pagamento ou pagamento integral, seja por meio de financiamento bancário, compra à vista ou consórcio imobiliário (lance ou complemento de carta de crédito).

Para que os recursos possam ser utilizados, há alguns requisitos que precisam ser preenchidos, tanto por parte do imóvel, quanto por parte do comprador. O imóvel ,por exemplo, precisa ser residencial, urbano e destinado à moradia própria. Confira as exigências:

Condições básicas do imóvel

- Ter valor de avaliação na data da contratação de até R$500 mil;
- Ser residencial urbano;
- Apresentar, na data da avaliação, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção;
- Não ter sido objeto de utilização do FGTS há menos de três anos;
- Estar devidamente matriculado no Cartório de Registro de Imóveis responsável pela sua região;
- O imóvel deve destinar-se, obrigatoriamente, a instalação de residência do proponente, cujos recursos estão sendo utilizados;
- O imóvel a ser adquirido deve estar situado em uma das seguintes localidades: no município onde o proponente exerça a sua ocupação principal, ou em município limítrofe ou integrante da respectiva região metropolitana; no município em que o proponente comprovar que já reside há pelo menos um ano.

Condições básicas do comprador, titular da conta vinculada do FGTS

- Comprovar tempo de trabalho mínimo de três anos sob regime do FGTS;
- Não ser proprietário ou estar em processo de compra de imóvel residencial, concluído ou em construção, financiado pelo SFH, em qualquer parte do território nacional;
- Não estar em processo de compra ou ser proprietário de imóvel residencial concluído ou em construção no município onde exerça sua ocupação principal, nos municípios vizinhos e na região metropolitana; ou no atual município de residência.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Locações no estado de SP crescem 10,8% em outubro, diz Creci

Fonte: Info Money

SÃO PAULO – O índice de locação de imóveis residenciais no estado de São Paulo avançou em outubro, na comparação com setembro.

Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgados nesta segunda-feira (16), a locação registrou alta de 10,77% no décimo mês de 2011.

Os dados, coletados em 1.478 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram 2.974 novos contratos de aluguel de casas e apartamentos no período.

Análise por região

O número de imóveis alugados em outubro foi maior em todas regiões do estado, com destaque para as cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema) mais Guarulhos e Osasco, que registrou avanço de 27,04%. O interior apresentou alta de 13,1%.

Já no Litoral, houve aumento de 4,52% e na Capital foi registrado aumento de 2,04%, no índice de locações.

Preferências

Ainda segundo o Creci-SP, as casas representaram 59,08% das locações no mês, totalizando 1.757 imóveis desse tipo.

Os imóveis com aluguel de R$ 400 a R$ 600 foram os preferidos no décimo mês do ano passado na capital paulista. Este tipo de imóvel respondeu por 25,66% dos aluguéis da região, conforme a tabela abaixo:


segunda-feira, janeiro 16, 2012

Regras do financiamento para materiais de construção entraram em vigor nesta sexta

 
Fonte: Info Money
SÃO PAULO - Foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União a oficialização das regras do Fimac FGTS (Financiamento de Material de Construção).

Apesar de as regras entrarem em vigor a partir da publicação, a liberação dos recursos só deve ser iniciada em 30 dias.

De acordo com a publicação, a intenção do financiamento é garantir mais opções de financiamentos na área habitacional, por isso, a medida atingirá todas as faixas de renda, porém, é obrigatório ser cotista do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e ter vínculo empregatício ativo.

Regras

O valor do financiamento será limitado a até R$ 20 mil, com possibilidade de pagamento em até 120 meses.

Em relação CET (custo efetivo total), incluindo juros, comissões e outros encargos financeiros, ele deve ser de no máximo 12% ao ano; já a taxa nominal de juros do FGTS é de 8,5% ao ano e incide sobre o saldo devedor atualizado.

Apesar de utilizar recursos do Fundo de Garantia, a amortização ou quitação do financiamento não poderá ser realizado por meio de saques do FGTS.

O financiamento poderá ser pedido para imóveis residenciais, porém, o interessado no financiamento só será beneficiado se comprovar que o lote ou edificação é regular.

Com o crédito, será possível comprar materiais de construção para reforma, construção ou ampliação do imóvel, instalação de medidores individuais de água, implantação de SAS (Sistemas de Aquecimento Solar) e também itens que visem à acessibilidade, ao desenvolvimento sustentável e à preservação do meio ambiente.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

RMC terá casas bancadas por SP e União


THIAGO ROVÊDO - Jornal Todo Dia

A RMC (Região Metropolitana de Campinas) está entre as beneficiadas no termo de cooperação assinado pela presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), que viabiliza a construção de 100 mil moradias populares no Estado, por meio da Agência Casa Paulista, do Estado, e do programa Minha Casa Minha Vida, da União. As moradias serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, priorizando atendimento aos moradores de favelas, mananciais, áreas de risco e rurais.

A parceria atenderá, prioritariamente, as quatro regiões metropolitanas do Estado: São Paulo (39 cidades), Baixada Santista (9), Campinas (19), e Vale do Paraíba e Litoral Norte (39), que, juntas, respondem por 70% do deficit habitacional paulista.

Para a construção das unidades, serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$1,9 bilhão do Estado e R$ 6,145 bilhões do governo Federal. Os recursos estaduais serão repassados por meio da Casa Paulista, lançada pela Secretaria Estadual da Habitação em setembro de 2011. A estimativa é gerar 340 mil empregos diretos e indiretos.

“Não é todo dia que se assina convênio de R$ 8 bilhões. Mais importante é para onde esse recurso se destina: casas e apartamentos para quem ganha até R$ 1,6 mil. Quem ganha um salário mínimo vai poder realizar o sonho da casa própria. Prioridade para as famílias em área de risco, área de favela, cortiço, áreas de mananciais, mas especialmente para os de menor renda”, afirmou o governador.

PRAZO

De acordo com a parceria, das 97 mil unidades que serão construídas até 2015, 83 mil serão financiadas com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Outras dez mil serão edificadas em parcerias com entidades e associações e quatro mil serão viabilizadas em áreas rurais.

“O governo do Estado de São Paulo não tem como fazer tudo sozinho, por isso precisamos estabelecer parcerias entre as três esferas de governo e com a iniciativa privada, somando recursos e esforços para o atendimento da população”, declarou o secretário de Estado da Habitação, Sílvio Torres.

As famílias contempladas, com renda mensal de até R$ 1,6 mil, pagarão pelo imóvel 120 prestações mensais, limitadas a 10% do rendimento. O valor mínimo da prestação será de R$ 50 e máximo de R$ 160. As contribuições serão destinadas ao ressarcimento do FAR.

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Índice do aluguel tem deflação de 0,01% na 1ª prévia de janeiro



Agência Estado

RIO - A primeira prévia do IGP-M caiu 0,01% em janeiro, após subir 0,04% em igual prévia em dezembro do ano passado, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa ficou dentro do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE-Projeções (de -0,12% a 0,30%), e abaixo da mediana das expectativas (0,0%).

O IGP-M é muito usado para reajuste no preço do aluguel. Até a primeira prévia de janeiro, o índice acumula aumento de 4,26% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo da primeira prévia de janeiro vai de 21 a 31 de dezembro do ano passado.
Nos três indicadores que compõem a primeira prévia, o IPA-M teve queda de 0,23% este mês, após cair 0,16% na primeira prévia de dezembro. O IPC-M apresentou taxa positiva de 0,56% na prévia anunciada hoje, após avançar 0,33% na primeira prévia do mês passado. Já o INCC-M avançou 0,10% na primeira prévia deste mês, em comparação com a elevação de 0,71% na primeira prévia de dezembro.

Atacado

A deflação chegou ao fim no setor agropecuário atacadista. Os preços dos produtos agrícolas atacadistas subiram 0,82% na primeira prévia do IGP-M de janeiro, após queda de 0,51% em igual prévia em dezembro. Mas no setor industrial no atacado, os preços continuaram a cair, com taxa negativa de 0,60% na primeira prévia de janeiro, contra deflação de 0,04% em igual prévia no mês anterior.

A inflação atacadista medida pelo IPA-M acumula alta de 3,32% em 12 meses até a primeira prévia do IGP-M de janeiro.No atacado, os preços dos produtos agropecuários mostram inflação de 2,69% em 12 meses. Já os preços dos produtos industriais no atacado subiram 3,55% em 12 meses, até a primeira prévia.

Os aumentos de preços de mandioca - aipim (10,69%); soja em grão ( 1,53%); e ovos (5,44%) foram os mais expressivos entre os produtos pesquisados no atacado na primeira prévia de janeiro. Já as mais expressivas quedas de preço no atacado foram registradas em minério de ferro (-5,88%); bovinos (-3,15%); e carne bovina (-4,35%).

Varejo

A inflação varejista medida pelo IPC-M subiu 5,62% em 12 meses até a primeira prévia do IGP-M de janeiro. Na margem, a aceleração na taxa do IPC-M da primeira prévia de dezembro para igual prévia em janeiro (de 0,33% para 0,56%) foi causada por acréscimos nas taxas de variação de preços em três das sete classes de despesa pesquisadas.

O destaque foi, novamente, o grupo Alimentação. A inflação no setor acelerou de 0,20% para 1,33% de dezembro para janeiro. Nesta classe de despesa, o fim de deflação em hortaliças e legumes (de -7,44% para 6,30) no período contribuiu para a forte expansão de preços.

Entre os produtos pesquisados no varejo, as altas mais expressivas na primeira prévia de janeiro foram registradas nos preços de tomate (17,88%); batata-inglesa (8,44%); e plano e seguro saúde (0,57%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em limão (-17,27%); passagem aérea (-8,44%); e refrigerador e freezer (-4%).

Construção

A inflação na construção civil apurada pelo INCC-M acumula elevação de 7,29% até primeira prévia do IGP-M de janeiro. A desaceleração na taxa do INCC-M, da primeira prévia de dezembro para igual prévia em janeiro(de 0,71% para 0,10%) foi causada principalmente pelo retorno à estabilidade nos preços de mão de obra (de 1,19% para 0,00%) no período.

Entre os produtos pesquisados, as altas de preço mais expressivas na construção na primeira prévia foram registradas em cimento portland comum (0,62%); tijolo/telha cerâmica (0,46%); e massa de concreto (0,36%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em condutores elétricos (-1,46%); vergalhões e aramez de aço ao carbono (-0,17%); e madeira para telhados (-0,12%).

quarta-feira, janeiro 11, 2012

FGTS aprova linha de crédito para compra de material de construção



Edna Simão, da Agência Estado


BRASÍLIA - O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira, 10, uma linha de crédito especial para compra de material de construção pela classe média. Inicialmente, serão destinados R$ 300 milhões do fundo para esse tipo de operação, valor que, dependendo do comportamento da demanda, poderá ser elevado para até R$ 1 bilhão.

Para ter acesso a linha de crédito, o interessado precisa ser cotista do FGTS. O valor do empréstimo está limitado a R$ 20 mil e o prazo de pagamento será de até 120 meses. A taxa de juros será bem mais atrativa do que as oferecidas atualmente no mercado. O juro foi fixado em até 12% ao ano. Segundo o representante da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no conselho curador do FGTS, Claudio Conz, atualmente, o custo anual desse tipo de operação varia de 25% a 45% ao ano.

O representante do ministério do Trabalho na reunião, Paulo Furtado, explicou ainda que todos os cotistas, independente da renda mensal, poderão solicitar o empréstimo. O valor do imóvel que será reformado, no entanto, terá que obedecer os limites do FGTS ou seja R$ 500 mil. Além disso, se o valor do empréstimo exceder R$ 10 mil, o interessado terá que apresentar documentação de que está sendo efetuado o pagamento de benefícios previdenciários aos trabalhadores da obra.


Estímulo


Para Conz, que também preside a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a medida vai ajudar a alavancar o crescimento das vendas de material de construção neste ano, período em que as instituições financeiras poderão ficar mais cautelosas na hora de emprestar dinheiro por conta dos efeitos da crise econômica mundial. A expectativa é de expansão das vendas entre 7 e 8% neste ano ante 4,5% de 2011.

O representante da CNC afirmou ainda que o valor de R$ 20 mil por cotista não é baixo. Segundo ele, em média, os empréstimos para essa finalidade variam entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. "Está bem adequado a realidade", frisou.

terça-feira, janeiro 10, 2012

Custo da construção em SP cresce 5,86% em 2011, mostra Sinduscon


Por Circe Bonatelli, da Agência Estado

O Custo Unitário Básico da construção civil do Estado de São Paulo (CUB, índice oficial que mede a variação dos custos do setor para reajuste de contratos) apresentou crescimento de 5,86% em 2011. Em dezembro, o indicador ficou praticamente estável, com uma leve alta de 0,01% ante novembro.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira, 9, foram apurados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No ano, os custos com a mão de obra tiveram aumento de 8,76%, enquanto os salários dos engenheiros avançaram 9,52%, e os materiais de construção, 2,15%. Em 2011, cinco dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do ano, que teve elevação de 5,10%. As maiores altas entre os insumos foram: alimentação tipo marmitex (6,90%), brita tipo 2 (6,44%) e impermeabilizante normal (6,08%).

A pesquisa também mostra que, em dezembro, os custos das construtoras com materiais de construção sofreram queda de 0,05% em comparação com novembro. Os custos com mão de obra aumentaram 0,06% e os salários dos engenheiros permaneceram inalterados pelo quarto mês consecutivo. A média ponderada entre os três itens resultou na variação de 0,01% do CUB da construção paulista em dezembro, que ficou em R$ 955,11 por metro quadrado.

Em dezembro, 33 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do mês, que teve queda de 0,12%. Os que tiverem os maiores reajustes no mês foram: impermeabilizante normal (1,64%), tubo de PVC rígido (1,12%) e vidro liso transparente de 3 milímetros (0,79%).

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Regras garantem bom uso de instalações coletivas



Fonte: O Estado de S. Paulo

Com menos espaço nas unidades, a opção de tornar coletivas áreas como lavanderias e home offices tem crescido entre empreendimentos compactos e cheios de serviços adicionais. Mas levar essas instalações para as áreas comuns dos condomínios também exige organização. Sem isso, a solução poderia se tornar um problema de convivência para os moradores.

"Quando concebemos um empreendimento, a administradora acompanha como os espaços podem ser usados", conta a gerente de marketing e produto da construtora Lúcio Engenharia, Maristela Sordi. A empresa deve lançar até o fim do mês o NKSP Paulista, edifício na Bela Vista com sala de reuniões e lavanderia coletivas.

Entregue o imóvel, as administradoras também têm participação decisiva na criação do regulamento interno dos empreendimentos: "E as regras de uso são aprovadas por assembleia", diz o vice-presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic), Fábio Kurbhi.

Cada caso. A utilização das lavanderias, em regra prevista nas convenções condominiais, pode ocorrer de diversas formas. "Pode-se contratar profissionais para operar as máquinas ou fazer a opção pela compra de fichas", explica a gerente geral de atendimento da administradora Itambé, Vânia Dal Maso.

No condomínio onde Agnaldo Santim, de 45 anos, é gestor, metade das 33 unidades usufruem das máquinas, e a prioridade de uso é por ordem de chegada.

"Há um consenso. Como temos as mesmas empregadas trabalhando há um bom tempo, não há problemas. Quando uma nova chega, explicamos como as coisas funcionam", conta.

Menos numerosos nos edifícios, os home offices têm mais controle: "O espaço precisa ser reservado, e alguns condomínios optam pela cobrança de taxas", diz Vânia.

Os concierges organizam as escalas de uso em muitos empreendimentos, embora essa não seja uma regra.

Aprovação. Considerada indesejável para alguns públicos, a supressão de espaços nos apartamentos não incomoda os proprietários de compactos, de acordo com a gerente geral de condomínios da administradora Hubert, Carmen Wallerstei.

"O perfil do comprador desses imóveis é single e não precisa de espaços como esses (dentro das unidades)." Segundo ela, a escolha de compra do público leva em conta as facilidades previstas nos empreendimentos.

Apesar do grau de satisfação, a manutenção dos equipamentos em instalações coletivas às vezes torna-se um fator de discórdia. "Mesmo quem não usa tem que pagar pelo conserto de uma máquina quando ela quebra. Isso às vezes gera reclamações", conta Carmen.

Assim como ocorre com salões de festas, as novas dependências comuns ficam no memorial descritivo do condomínio, obrigando todos a pagar por elas independentemente do uso.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

CEF totalizou R$ 81,8 bilhões em crédito imobiliário em 2011

SÃO PAULO - Em 2011, a CEF (Caixa Econômica Federal) movimentou R$ 81,8 bilhões em operações de crédito imobiliário, o que representou 35% do total concedido pelo banco. Com isso, a CEF detém 75% do mercado no setor.

Na comparação com 2010, houve um crescimento de 4,6% em financiamento imobiliário.

No geral a CEF registrou um recorde de R$ 230 bilhões em crédito. O número divulgado nesta quinta-feira (5) ainda é preliminar, podendo ser ainda mais expressivo. O valor atingido é 12% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 205 bilhões em créditos totais.

Crédito comercial pessoa física e jurídica

Com relação ao crédito para pessoa física, o montante atingiu R$ 59,7 bilhões, com crescimento de 26,7% frente a 2010. Já o crédito para pessoa jurídica avançou 19,4%, atingindo o valor de R$ 65,7 bilhões. (INFO MONEY)

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Custo da construção civil fica quase estável em dezembro, aponta SindusCon


São Paulo (InfoMoney) - Os preços da construção civil paulista ficaram quase estáveis em dezembro, ao registrar leve alta de 0,01%, na comparação com novembro, segundo dados divulgados pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. No mês passado, ele foi de R$ 955,11 por metro quadrado.

Em dezembro, o custo das construtoras com insumos de construção teve queda de  0,05%, enquanto que os custos com mão de obra apresentaram alta de 0,06% e as despesas administrativas não variaram.

Em 2011, o CUB acumulou alta de 5,86%. Os gastos com material variaram 2,15%, os custos com mão de obra aumentaram 8,76% e os custos administrativos ficaram 9,52% mais caros.

Alta dos preços
Dos 41 itens de material de construção analisados, no último mês do ano, as maiores altas foram encontradas no impermeabilizante normal tipo vedacit 18 litros, com alta de 1,64%, no tubo PVC-R rígido para esgoto 150 mm, com alta de 1,12%, e no vidro liso transparente 3mm sem colocação, cuja alta foi de 0,79%.

Acompanhando o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que apresentou queda de 0,12% no mês, o tubo de ferro galvanizado recuou 2,47%, sendo o produto com a maior queda no mês.

Em seguida, aparecem o bloco de concreto 19x19x39cm, com queda de 1,05%, e o saco de 50 quilos de cimento CPE-32, com queda de 0,68%.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Projeto prevê dedução do IR na compra da casa própria

Brasília - A Câmara analisa o Projeto de Lei 2254/11, do deputado Edivaldo Holanda Júnior (PTC-MA), que permite a dedução de imposto de renda na aquisição de imóvel para ser usado como moradia da família.

A proposta altera a legislação que rege o pagamento de imposto de renda pelas pessoas físicas (Lei 9.250/95). O objetivo do projeto, segundo o parlamentar, é possibilitar que um número maior de brasileiros tenha acesso à casa própria.

De acordo com a proposta, a dedução poderá ser de até 50% do valor das prestações do imóvel. Essa dedução, no entanto, só será permitida se o pagamento do financiamento for realizado junto à construtora ou a agente do sistema financeiro nacional.

“A ideia de admitir somente os financiamentos com construtoras ou junto aos agentes do sistema financeiro nacional busca evitar eventuais fraudes. Parece-me que a exigência desses agentes como intermediadores poderá assegurar uma maior transparência nas operações”, explica o autor.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

terça-feira, janeiro 03, 2012

Imóveis devem subir acima da inflação em 2012


GENEBRA - A subida do preço dos imóveis residenciais não vai dar trégua, mas, pelo menos, ficará mais comportada. Empresários da construção e analistas do mercado afirmam que o preço da moradia nas principais capitais do País já atingiu um nível compatível com os novos padrões da economia brasileira.

A estimativa para 2012 é que, ao invés de disparar 27%, como em 2011, os preços médios das habitações subam em um ritmo um pouco acima da inflação, em torno de 10% ao ano, em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Em outras, como Rio de Janeiro, Vitória e Recife, o aumento deve seguir mais forte.

"De maneira geral, o movimento de recuperação do preço dos imóveis já ocorreu, após quase dez anos de estagnação", afirma o presidente da unidade brasileira da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci), Basílio Jafet. "Para 2012, a alta deve ficar perto da inflação."

Na avaliação do coordenador de pesquisas imobiliárias do Ibope Inteligência, Antônio Carlos Ruótolo, o aumento anual deve ser bem menor do que o registrado em 2011. "O crescimento chegou a um nível insustentável. Isso já está tornando o preço do metro quadrado proibitivo para a maioria dos consumidores."

A valorização dos imóveis foi impulsionada pelo crescimento do poder aquisitivo e da demanda da população, à medida que mais brasileiros deixavam a pobreza para ingressar na classe média, com melhores níveis de emprego e renda. (O Estado de São Paulo)

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Brasil é o segundo melhor para se investir em imóvel comercial


Os Estados Unidos continuarão sendo a primeira escolha da maioria dos investidores do setor de imóveis comerciais em 2012, mas o país perdeu espaço para o Brasil, que se tornou o número dois, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo.

Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos se tornaram um ponto chamativo para investidores globais, segundo a vigésima pesquisa anual dos membros da Afire (sigla em inglês para Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis).

São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012.

Os EUA perderam espaço para o Brasil, com 18,6% dos entrevistados afirmando que o mercado imobiliário brasileiro oferece a melhor oportunidade de valorização para seus investimentos em dólares.

Isso representa uma alta de 14,2 pontos percentuais, levando o Brasil da quarta para a segunda posição e fazendo a China cair para o terceiro lugar, mostrou a pesquisa.

Embora os EUA sejam a opção mais estável e segura em imóveis comerciais, investidores afirmaram que um aumento dos aluguéis e o crescimento da taxa de ocupação, assim como o fato de um imposto de 1980 sobre investimentos estrangeiros ter sido evitado, terão impacto mais significativo sobre suas decisões, diz a pesquisa.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois do Reino Unido, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.

"O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos", disse o presidente-executivo da Afire, James Fetgatter.
"Mas de nenhuma forma o Brasil substituirá os EUA, pelo menos não em um futuro previsível. O Brasil é considerado agora um lugar mais seguro para investir, onde você pode ter capital valorizado a um bom rendimento".

Os participantes da pesquisa da Afire detêm mais de US$ 874 bilhões em imóveis no mundo, incluindo US$ 338 bilhões nos EUA.

Cerca de 42,2% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que os EUA oferecerão a melhor oportunidade de investimento em 2012, uma queda em relação aos 64,7% registrados na pesquisa do ano passado. 


Fonte: UOL (ECONOMIA)