quarta-feira, março 07, 2012

Luiz Bueno fala sobre o momento atual do mercado imobiliário


Nesta terça-feira, dia 06, o diretor da Provectum Imóveis, Luiz Bueno, concedeu entrevista para o Programa Em Pauta, transmitido pelo Canal 8 (Net), que deverá ir ao ar no final deste mês.

No Programa, Bueno falou sobre o momento atual do mercado imobiliário de Campinas, afetado diretamente pela crise política iniciada no ano passado. Otimista, ele disse que espera uma recuperação do setor na Região Metropolitana de Campinas (RMC) a partir deste ano, com a retomada dos investimentos em novos lançamentos.

Outro ponto focado pelo diretor da Provectum, que está completando em 2012 25 no mercado regional, foi o impacto que a privatização do Aeroporto Internacional de Viracopos trará para a economia da região nos próximos anos, principalmente no setor imobiliário. Ele acredita que este fato impulsionará os investimentos do setor habitacional, principalmente para as classes C e D, que deverão ser beneficiados com mais lançamentos habitacionais.

Ainda durante a gravação do programa, Bueno comentou sobre a região da cidade de Campinas que ele acredita que mais deverá ser beneficiada nos próximos anos com lançamentos. Para ele, o foco das construtoras deverá se manter no eixo da Rodovia D. Pedro I, onde acredita que novos condomínios residenciais para a classe de maior poder aquisitivo será a grande beneficiada.
Acompanhe a entrevista no próximo dia 28.

terça-feira, março 06, 2012

Preço dos imóveis sobe 1,5% em fevereiro, aponta Fipe


Fonte: Brasil Econômico

O índice FipeZap subiu 1,5% em fevereiro deste ano, ficando acima do verificado em janeiro (+1,1%).

O indicador, desenvolvido pela Fipe, acompanha o preço médio do metro quadrado em seis municípios brasileiros e no Distrito Federal com base nos anúncios de apartamentos prontos do site Zap Imóveis.

De acordo com a pesquisa, em São Paulo e no Rio de Janeiro a alta foi de 1,3%. A maior variação foi observada no Recife (+3,2%) e a menor em Fortaleza (+0,7%).

O índice composto acumula alta de 24,8% em um ano, sendo que em janeiro esse valor foi de 25,5%.

No Rio de Janeiro a desaceleração é mais acentuada: a alta acumulada em doze meses foi de 31%, contra 33% registrados em janeiro deste ano.

O preço médio do metro quadrado em fevereiro ficou entre R$ 7.965 (Distrito Federal) e R$ 3.686 (Salvador). Em São Paulo, foi de R$ 6.215, e no Rio de Janeiro, R$ 7.687. Na média das sete regiões, o valor do metro quadrado anunciado foi de R$ 6.356.

No detalhado por bairros, o metro quadrado em Ibirapuera-Vila Nova Conceição chegou a R$ 9.758, seguido pelo Jardim Paulistano, com R$ 8.675.

Na outra ponta, o menor valor do m² foi da Vila Carmosina, que chegou a R$ 2.684, seguido por São Miguel Paulista, com R$ 2.813.

O levantamento mostra também que a taxa de aluguel chegou a 0,56% para imóveis de um dormitório e de 0,47% para imóveis com quatro ou mais quartos. Na média, a taxa ficou em 0,51%.

segunda-feira, março 05, 2012

Construção civil encolhe 54% com a crise política


Fonte: Maria Teresa Costa - Correio Popular

A crise política deflagrada no final de maio com as prisões de membros do primeiro escalão, acusados de corrupção pelo Ministério Público, e que culminou com a cassação dos prefeitos Hélio de Oliveira Santos (PDT) e Demétrio Vilagra (PT) foram fatais para Campinas. Um dos setores mais atingidos foi o da construção civil, que teve uma queda de 54% na área de construção aprovada em 2011 em relação ao ano anterior. A corrupção instalada na Prefeitura levou empresários a desistirem de seus projetos por conta da crise que gerou insegurança jurídica e travou a aprovação de projetos. A Prefeitura avalia que hoje já não há mais projetos parados e que a situação melhorou bastante. Mas o setor da construção civil discorda e diz que o represamento continua.

O impacto das fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e pagamentos de propinas, denunciados pelo Ministério Público, foi sentido diretamente no guichê da Secretaria de Urbanismo, que liberou alvação de aprovação para 1,3 milhão de metros quadrados em 2010 e viu despencar, no ano passado, para 493,4 mil metros quadrados, uma queda de 63%. Nos alvarás de execução, a queda também foi importante, caindo de 2,4 milhões em 2010 para 1,24 milhão em 2011, uma redução de 49%.

' queda foi substancial, reconhece o secretário de Urbanismo, Luiz Yabiku. “A crise afastou empreendedores. Os empresários não gostam desse cenário. Passamos também a ser rigorosos na aprovação de empreendimentos e isso demandou mais tempo nas análises”, afirmou. Segundo o secretário, há uma lentidão na liberação dos alvará por conta da falta de infraestrutura, mas hoje, segundo ele, não há mais projetos parados. 'Estamos conseguindo dar vazão' , disse, sem informar, no entanto, quantos projetos estão tramitando em sua secretaria, responsável pelas emissões de alvarás de aprovação e execução de empreendimentos.

O pente-fino que passou a ser adotado nas análises de empreendimentos, freou as aprovações e praticamente não houve lançamentos imobiliários em 2011. Yabiku avalia que a situação atual está melhor, permitindo uma dedicação maior à revisão dos projetos aprovados com suspeita de irregularidades e a busca de soluções. A revisão está encontrando mais irregularidades e outros empreendimentos deverão ainda ser embargados.

“Conseguimos desembargar parte das obras no Parque Jambeiro, com a assinatura de um termo de ajustamento de conduta (TAV) com a MRV e esperamos que a Goldfarb também assine para podermos liberar as obras”, disse.

sexta-feira, março 02, 2012

Como recolher o IR sobre o valor recebido de aluguel?


A dúvida: o recolhimento deve ser mensal ou anual?

Pergunta do internauta:

Recebo aluguel de 1.000 reais mensais, que não requereria pagamento de imposto pelo DARF, portanto. Mas, minha renda mensal é de 5.000 reais. Isto é, terei que pagar IR sobre o aluguel. Pagarei este IR na declaração anual ou tenho que recolher o imposto mensalmente através do DARF?

Resposta de especialistas do IOB:

Pode ser feito recolhimento complementar chamado mensalão até o mês de dezembro de cada ano, mas é facultativo. Não sendo recolhido o imposto complementar, a diferença será ajustada na declaração.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, março 01, 2012

Fiscalização de reformas começa hoje


Fonte:  Jornal Todo Dia

O Duos (Departamento de Uso e Ocupação do Solo) da Secretaria de Urbanismo de Campinas começa, hoje, a fiscalização específica para reformas sem alvará, em prédios acima de três andares. Há um mês, uma ordem de serviço da pasta determinou que proprietários de imóveis em prédios comerciais ou residenciais regularizassem as reformas que estiverem em andamento.

Se não apresentar a documentação na hora, um prazo de 24 horas a dez dias deverá ser dado para que isso seja feito. Caso a reforma não tenha permissão, haverá embargo e multa. Se o embargo for descumprido, a multa passa a ser diária. O valor dependerá de cada obra. Em 15 dias, o pente fino na área central deve estar concluído e, em no máximo três meses, em toda área do município.

O diretor do Duos, Clóvis Martini, disse que a estratégia de fiscalização já está organizada, mas pode ser intensificada na medida em que o trabalho for avaliado. “A cidade está mapeada a partir do Centro e esse raio será ampliado gradativamente para o restante do município”, disse. 

Segundo Martini, quatro fiscais da secretaria ficarão incumbidos desse trabalho. Os fiscais sairão à procura de vestígios de reforma, como caçambas e restos de material de construção. Se encontrarem, o proprietário será intimado a apresentar o alvará que permite a reforma. “Mas vamos analisar os resultados semanalmente e, se for necessário, ampliaremos o número”, disse.

O diretor prevê que os números vão refletir a atuação do fiscais. Desde o dia 1º de fevereiro, quando a pasta intensificou a preocupação com reformas irregulares, as denúncias aumentaram. Em dezembro de 2011, chegaram à prefeitura 96 pedidos de fiscalização em edificações; em janeiro, foram 151; entre 1º e 27 de fevereiro, foram 222 solicitações. “A grande maioria dos pedidos é para fiscalizar obras que possam comprometer a estrutura do prédio”, afirmou.

Apesar do aumento das denúncias, os alvarás de reforma e demolição concedidos entre janeiro e fevereiro deste ano são baixos. Foram 23 permissões concedidas no primeiro mês do ano e 27 alvarás em fevereiro. “Demos um mês para que a regularização da reforma fosse feita espontaneamente. Agora esse número vai subir como efeito da fiscalização”, comentou.

CUIDADOS
A preocupação dos técnicos do Urbanismo é com as intervenções que colocam em risco a estrutura do imóvel. Em apartamentos e salas comerciais, por exemplo, são reformas que tenham relação com paredes, vigas e pilares. Casos como furos em vigas para passagem de fios, abertura numa parede ou a eliminação dela podem envolver a estrutura.

Os valores para requisitar um alvará, e retirá-lo em caso de aprovação, variam entre R$ 160 e R$ 178. As denúncias sobre suspeitas de reformas irregulares podem ser feitas por meio do telefone 156.