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terça-feira, fevereiro 14, 2012

Síndicos paulistanos estão mais jovens, antenados e ecológicos

JULIANA SAYURI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA



A edição deste domingo (12) da sãopaulo traz uma reportagem sobre o perfil do novo síndico paulistano. Atualmente, 4 milhões vivem em condomínios verticais e horizontais da capital paulista. Governar essas microcidades é tarefa para cerca de 30 mil síndicos eleitos em assembleias que acontecem principalmente no primeiro trimestre do ano.

A enfermeira Priscilla Felix é síndica de um prédio na Vila Hamburguesa, na zona oeste da cidade, desde 2009
A reportagem ouviu dez especialistas no assunto. Eles garantem: o perfil do síndico paulistano está mudando. A reeleição ainda predomina em 70% dos prédios (mas há dez anos, a estimativa superava 90%). Entretanto, é cada vez maior o número de síndicos novatos (20%, o que corresponde a 1 em cada 5 edifícios residenciais da cidade).

O motivo? A acelerada verticalização da metrópole, com empreendimentos imobiliários novinhos em folha, que são assumidos por síndicos novos, mais criativos e antenados com questões como a valorização patrimonial, a transparência financeira total, a tecnologia e as iniciativas de sustentabilidade. É a política da boa vizinhança 2.0.

terça-feira, janeiro 10, 2012

Custo da construção em SP cresce 5,86% em 2011, mostra Sinduscon


Por Circe Bonatelli, da Agência Estado

O Custo Unitário Básico da construção civil do Estado de São Paulo (CUB, índice oficial que mede a variação dos custos do setor para reajuste de contratos) apresentou crescimento de 5,86% em 2011. Em dezembro, o indicador ficou praticamente estável, com uma leve alta de 0,01% ante novembro.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira, 9, foram apurados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No ano, os custos com a mão de obra tiveram aumento de 8,76%, enquanto os salários dos engenheiros avançaram 9,52%, e os materiais de construção, 2,15%. Em 2011, cinco dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do ano, que teve elevação de 5,10%. As maiores altas entre os insumos foram: alimentação tipo marmitex (6,90%), brita tipo 2 (6,44%) e impermeabilizante normal (6,08%).

A pesquisa também mostra que, em dezembro, os custos das construtoras com materiais de construção sofreram queda de 0,05% em comparação com novembro. Os custos com mão de obra aumentaram 0,06% e os salários dos engenheiros permaneceram inalterados pelo quarto mês consecutivo. A média ponderada entre os três itens resultou na variação de 0,01% do CUB da construção paulista em dezembro, que ficou em R$ 955,11 por metro quadrado.

Em dezembro, 33 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do mês, que teve queda de 0,12%. Os que tiverem os maiores reajustes no mês foram: impermeabilizante normal (1,64%), tubo de PVC rígido (1,12%) e vidro liso transparente de 3 milímetros (0,79%).