quarta-feira, agosto 22, 2012

De olho no reajuste do aluguel: IGP-M sobe em julho

Quer saber como anda o IGP-M para se preparar para o reajuste do aluguel? Então, fique ligado: inflação do aluguel dobra em julho.

O reajuste do aluguel sempre é um momento aguardado com ansiedade pelo morador. Afinal, trata-se do aumento do preço que impacta no orçamento mensal do inquilino. E, muitas vezes, as pessoas que optam por morar em um imóvel alugado não acompanham as variações do mercado para entender como esse reajuste acontece. E você, sabe como funciona o reajuste do aluguel?

Apesar dos índices do mercado, geralmente, serem um pouco difíceis de entender, é muito simples acompanhá-los e ficar por dentro do que está acontecendo. Por isso, a Provectum disponibiliza este canal de informação para ajudá-lo nessa busca. E hoje, vale falar sobre o aumento do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que subiu 1,34% em julho, após ter subido 0,66% em junho.

Esses dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (06), e é importante para o inquilino saber que esse indicador é usado para o reajuste do aluguel. O mesmo teve alta de caráter pontual, por conta dos reajustes dos preços de commodities e combustível, mas, segundo parecer da FGV, o IGP-M deve desacelerar gradualmente no curto prazo, influenciado pela participação de itens como o diesel.

Além do IGP-M, há outros índices que merecem nossa atenção. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), por exemplo, representa 30% do IGP-M e variou 0,25% no mesmo período, sob pressão dos preços de alimentos, sendo que sua alta em junho foi de 0,17%. Ao passo que o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), responsável por 10% do IGP-M, diminuiu para 0,85% neste mês, na contramão à variação de 1,31% em junho.

Diante disso tudo, a previsão é que o IGP-M se estabeleça em 6,57% neste ano, de acordo com o boletim Focus, realizado pelo Banco Central e divulgado também nesta segunda-feira. E se você está se perguntando, ainda assim, como isso tudo se forma no reajuste do aluguel, guarde uma regra simples: a variação acumulada do IGP-M nos últimos 12 meses é equivalente ao reajuste do aluguel.
Desse modo, é só calcular o índice do mês de reajuste pelo valor do aluguel. Por exemplo, suponhamos que o IGP-M fique nos 6,57% previstos, e que seu aluguel seja de R$ 1.000,00. Assim, o cálculo seria 1000 X 1,0657, resultando no novo valor do aluguel de R$ 1065,70.

Simples, não é? E para continuar por dentro de todas as novidades do mercado imobiliário e poder se preparar, continue acompanhando a Provectum por aqui e nas redes sociais.

sexta-feira, março 30, 2012

Aluguel em andamento com aniversário em abril subirá 3,23%


Os contratos de locação em andamento com cláusula de reajuste anual pela variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em abril sofrerão variação de 3,23% sobre o valor do aluguel vigente até março.

De acordo com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), responsável pela divulgação do índice, a variação do indicador em março foi de 0,43%, totalizando uma alta acumulada de 3,23% no período de 12 meses compreendido entre abril de 2011 a março de 2012.

Para facilitar o cálculo do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulga um fator de multiplicação, que neste mês é de 1,0323 e poderá ser multiplicado diretamente no valor do aluguel vigente antes do reajuste.

Dessa forma, se o aluguel pago no período de abril de 2011 a março de 2012 foi de R$ 1.500,00 por mês, o valor de locação mensal para o período de abril de 2012 a março de 2013 – ou até o final do contrato, no caso de aluguéis com término previsto para antes de março de 2012 – será de R$ 1.548,45, resultado da multiplicação de R$ 1.500,00 por 1,0323.

Fatores de Reajustes de aluguel

- Contrato com aniversário em março de 2011 e pagamento em abril de 2011: 1,1130
- Contrato com aniversário em abril de 2011 e pagamento em maio de 2011: 1,1095
- Contrato com aniversário em maio de 2011 e pagamento em junho de 2011: 1,1060
- Contrato com aniversário em junho de 2011 e pagamento em julho de 2011: 1,0977
- Contrato com aniversário em julho de 2011 e pagamento em agosto de 2011: 1,0865
- Contrato com aniversário em agosto de 2011 e pagamento em setembro de 2011: 1,0836
- Contrato com aniversário em setembro de 2011 e pagamento em outubro de 2011: 1,0800
- Contrato com aniversário em outubro de 2011 e pagamento em novembro de 2011: 1,0746
- Contrato com aniversário em novembro de 2011 e pagamento em dezembro de 2011: 1,0695
- Contrato com aniversário em dezembro de 2011 e pagamento em janeiro de 2012: 1,0595
- Contrato com aniversário em janeiro de 2012 e pagamento em fevereiro de 2012: 1,0510
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2012 e pagamento em março de 2012: 1,0453
- Contrato com aniversário em março de 2012 e pagamento em abril de 2012: 1,0343
- Contrato com aniversário em abril de 2012 e pagamento em maio de 2012: 1,0323

quinta-feira, março 29, 2012

Secovi-SP: crescimento do setor será próximo ao do PIB


ROBERTA SCRIVANO - Agência Estado

SÃO PAULO - O crescimento do mercado imobiliário deve, a partir deste ano, ser bem próximo à expansão da economia. Para o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Claudio Bernardes, em 2012 o volume de vendas será entre 3,5% e 4% maior do que o registrado em 2011. "E essa é uma tendência. Cada vez mais a variação do mercado ficará próxima do desempenho do PIB (Produto Interno Bruto)", disse a jornalistas no prêmio Top Imobiliário, promovido pelo Grupo Estado.

Ele salientou que o forte ritmo de crescimento dos últimos cinco anos não é sustentável. "É óbvio que uma acomodação ocorrerá", frisou. Quando questionado sobre o preço das unidades foi enfático: "Não há espaço para novas altas. Mas também não há para quedas".

Com o aumento mais ameno no preço, o ativo também não será mais tão atrativo como investimento. "É uma aplicação segura e continuará sendo. Mas certamente a alta no preço não atingirá os níveis que atingiu", ponderou Bernardes. "Ainda assim continuará vantajoso", completou.

quarta-feira, março 28, 2012

Inflação da construção desacelera em março, aponta FGV


Fonte: Valor

SÃO PAULO - A inflação da construção, medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) foi de 0,37% em março, o que significa uma desaceleração em relação à inflação de 0,42% observada em fevereiro, informou hoje a Fundação Getulio Vargas (FGV).

No ano, o índice acumula variação de 1,46% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,85%.

Quando decomposto por capitais, o INCC-M mostra que a inflação da construção avançou em Salvador (para 0,92% em março, de 0,45% em fevereiro), Brasília (para 0,31%, de 0,15%) e Porto Alegre (para 0,99%, de 0,39%) e desacelerou em Belo Horizonte (para 0,22%, de 1,45%), Recife (para 0,20%, de 0,27%) e Rio de Janeiro (para 0,23%, de 0,58%).

Em São Paulo, a taxa de variação foi a mesma em fevereiro e março: 0,20%.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,42%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%. O índice referente à mão de obra registrou variação de 0,32%. No mês anterior, a taxa foi de 0,43%.

Em Salvador, foi registrada variação de 1,61%, devido a reajustes salariais ocorridos em função da data base, informou a FGV. Em Porto Alegre, a taxa de 1,47% decorre de adicional previsto no acordo coletivo. No Rio de Janeiro ocorreu discreta variação salarial. Três capitais apresentaram desaceleração: Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro. São Paulo repetiu a taxa de variação do mês anterior.

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

terça-feira, março 27, 2012

Brasil é o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, diz estudo


Fonte: Estadao.com.br

SÃO PAULO - O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.

O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.

Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.